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Feliz Natal
Se eu pudesse deixar algum presente a você,deixaria aceso o sentimento de amar a vida dos seres humanos.
A consciência de aprender tudo que foi ensinado pelo tempo afora...
Lembraria os erros que foram cometidos para que não mais se repetissem.
A capacidade de escolher novos rumos.Deixaria para você o respeito ao que é indispensável:além do pão , o trabalho.Além do trabalho, a ação.
E quando tudo mais faltasse, um segredo: O de buscar no interior de si mesmo a resposta e a força para encontrar a saída.
Mahatma Ghandi
Escrito por Flávia Lippi às 14h57
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Humor da Lua
Seu humor varia com a Lua? Para quem acredita em astrologia, é um prato cheio prestar atenção em como a posição da Lua na data de nascimento atua no subconsciente de cada um. Experimente. Como diz a astróloga Marcia Mattos, autora de "O Livro da Lua", "qual a melhor maneira de planejar nossas vidas senão de acordo com os ritmos e ciclos espontâneos da natureza?" Se você ainda não sabe qual é a sua Lua, publicamos, no final desta matéria, tabelas para calcular a posição do astro em relação ao dia em que você nasceu. Lembramos que a tabela pode não ter a precisão necessária, pois não leva em conta a hora do nascimento e o horário de verão - apenas o dia, mês e ano. Ainda assim, podemos enumerar vários motivos pelos quais vale a pena a brincadeira. Único satélite regido pela Terra, a energia que a Lua reflete do Sol é grande o suficiente para atingir todo o planeta. Ela influencia, principalmente, o que há de mais volúvel na Terra, o estado líquido, que corresponde a cerca de 70% do espaço em que habitamos. A mesma quantidade de líquido também participa do nosso organismo. São as chamadas marés humanas que contêm os hormônios e as secreções. Por isso, a Lua exerce muita força sobre grande parte das mudanças emocionais. As mulheres, por carregarem um corpo sensível a mudanças hormonais, sofrem mais os efeitos dos diferentes ciclos da Lua. A presença da Lua rege nossas primeiras reações diante do inesperado, os sentimentos mais brutos, aquilo sobre o qual não temos domínio. Também chamado de subconsciente. Pessoas "de lua" são levadas pelas emoções e têm o humor inconstante, mutável como o satélite.
crédito: mais de 50 news
Mais informações no site Mais de 50 News que tem mil dicas bacanas e as tabelas da lua
Frase da semana: “ Todo mundo pode acordar com a cara amassada” Bradley Trevor Greive
Oferecido ‘a: Srila Govinda Maharaj
Flávia Lippi apresenta o Programa Repórter Eco todos os domingos, ‘as 19:30 na TV Cultura canal 2, multicanal e Globosat, canal 27 e reprise ‘as quintas ‘. Se quiser participar de palestras ou cursos Envie um e-mail para mais informações. www.flavialippi.com.br ou e-mail: flavialippi@uol.com.br. Se quiser alguma dica Entre Linhas, é só perguntar que eu respondo.
Escrito por Flávia Lippi às 09h34
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feliz no Asharam

Escrito por Flávia Lippi às 11h15
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Status anxiety
Ansiedade por status é um problema que não atinge apenas ricos e famosos. É capaz de fazer estragos em qualquer classe social – principalmente em tempos de recessão econômica - e castigam os que enfrentam perdas na posição social. Isso pode acontecer em todas as carreiras. A pessoa desenvolve ansiedade porque sente a sobrevivência ameaçada. Segundo o filósofo suíço Alan de Boutton, a ansiedade por status é um mal moderno, típico de sociedades capitalistas.
Nos tempos feudais,o papel social era definido no berço:nascia-se nobre ou camponês e não havia nada que mudasse esta situação. Nos tempos de hoje a Índia, por exemplo, ainda vive este regime,onde as pessoas nascem e crescem sem a possibilidade de ascender.
No ocidente o panorama é bem diferente , onde a hierarquia é a capacidade do indivíduo de ter um lugar ao sol. Parece ser mais justo que o modelo indiano, mas psicologicamente é bastante desgastante: tudo depende de seu sucesso ou fracasso social.
Sendo figura pública, a autocobrança ainda é maior. É como um vício, ser visto e ser visitado mesmo quando não está presente. Sou uma pessoa reclusa, vivo mais perto da natureza , e tenho poucos momentos sociais. Ainda assim sou uma pessoa pública, que tem obrigações e respostas de quem vive o lado público da vida. Em 2002 foi o auge da minha carreira. Estava lançando meu site, livros, programa de rádio, e o repórter eco estava mais vivo que nunca. Vivi um momento mágico de reconhecimento profissional, me assustei, não soube lidar muito bem com os convites para festas, matérias e assuntos pertinentes a minha vida. A autocobrança me colocou na berlinda.
De lá pra cá passei por crises de variaram da depressão ‘a euforia.
Hoje vivo uma vida normal, apenas apresentando o sempre querido repórter eco, e sem os holofotes de 2002.Conhecer o”outro lado” acaba se tornando um aprendizado valioso.Quem passa por isso descobre o que é alternar momentos de baixa estima e arrogância, dois sentimentos que se alimentam. Na vida real, é preciso ser sincero com o sentimento e de vez em quando deixar o ego se embebedar de paixão para que possa voltar ao seu estado normal . Ansiedade por status é um problema de todos.
Escrito por Flávia Lippi às 09h36
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Quando a vitória é transformada em derrota
Pessoas inseguras tendem a transformar vitória em derrota. O medo é a pílula misteriosa deste componente que deixa a vida do inseguro um caos ambulante. O inseguro tende tornar crônico, a injeta em si e no outro. Significa que esta emoção pode fazer com que ele veja o problema sempre fora de si mesmo, e torna questões banais , difíceis de serem resolvidas.
A inveja é um aviso, um sinal de alerta, de perigo. Quando sentimos que o mundo anda mais rápido que nós, temos a tendência de achar que tudo do outro é melhor e mais fácil e a vida passa ser lamurienta e difícil.
É aí que a vitória se torna derrota. Não mais percebemos nossas conquistas e nem ao menos os nossos objetivos. A quantidade do sentimento altera a qualidade da vida. Maria Helena Matarazzo, costuma dizer que esse sentimento constante, crônico, que angustia, é aquele com que você injeta veneno em si mesmo e no outro continuamente. É quando você se torna colecionador de desconfianças reais ou imaginárias. Quantas vezes ouvimos alguém dizer que o seu diretor, ou profissional acima dele é ruim, massacra sua auto-estima, é grosseiro e que sua vida é um caos por causa dele? Mas é quando esta pessoa , de modo masoquista, vai somando situações que vão confirmando essas desconfianças ( " Eu sei" , " Eu vi" ) e, é claro, se necessário for, vai forjando essas situações ( " Era só isso que faltava" ). Na verdade, sentimos um imenso medo. Medo de sermos postos de lado, passados para trás. A raiz de tudo está num desejo enorme de querer as coisas no momento onoportuno, de não saber a hora de mudar ou de recomeçar. Esse é o nosso freio incosciente. “Só que aí surge a diferença entre o que a mente registra, a língua fala e o corpo faz”. ”A pessoa que sente inveja sente dor em ver outra pessoa possuindo aquilo que ela deseja. Em Paraíso Perdido , o poeta inglês John Milton (1608-1674) tinha razão em situar a inveja como a emoção do diabo, pelo fato de a inveja não ter a mesma finalidade de muitas outras emoções. Ela em geral não nos coloca em estado de alerta, não nos motiva a agir, não nos libera, não nos modifica. Costuma-se dizer que a inveja é a extensão ou degradação do ciúme”. É a emoção sentida por quem está olhando de baixo para cima. O inseguro , é um invejoso que Vive perto da felicidade, mas não é capaz de usufrui-la. Se você entrar no cofre emocional de outra pessoa que sente inveja, vai descobrir que mesclado com o sentimento de privação existe também o sentimento de impotência. A falta de força para mudar as circunstâncias gera uma certa impotência. Daí vem a raiva. Isso pode criar um círculo vicioso: privação, impotência, raiva, inveja...Para quebrar esse círculo vicioso, ou a pessoa tenta destruir o seu oponente (rival) ou se afasta, se sentindo defendida, ou pode transformar a inveja em admiração e lentamente vai colocando no seu inconciente algumas das qualidades do outro.
* Trechos de Maria Helena Matarazzo é sexóloga e autora de Namorantes, da Editora Mandarim. * Nancy Friday , em seu livro Ciúmes (Editora Record)
Escrito por Flávia Lippi às 12h30
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