Constelações

 

Desintoxicação alimentar, massagens variadas corporais, chás, frutas, verduras e legumes fresquinhos, sucos e muitos mimos vegetarianos que lhe trarão tranqüilidade e paz. A novidade desta semana é O Workshop Constelação de Irene Cardotti. Constelação é uma modalidade terapêutica que se destina a pessoas que queiram trabalhar suas relações familiares, amorosas, traumas, perdas e lutos, problemas de saúde, otimizar a dinâmica das relações profissionais. 

Para quem já me conhece, sabe que sigo a filosofia indiana e tento com isso ficar em dia com minha energia vital. Mantê-la em equilíbrio é uma tarefa muitas vezes difícil em meu dia-a-dia. Pensando nisso transformei minha casa em um cantinho de relaxamento. Alguns já sabem que recebo amigos e “amigos dos amigos” em alguns finais de semana para se conectarem com a essência verdadeira da vida. Um momento para recarregar, transformar e acumular essa energia.
Nestes dias, convido profissionais especiais e com produtos sempre naturais – primo pela qualidade e origem de cada item, e principalmente com nosso bem estar.

Dia 16 e/ou 17 de junho ( sábado e/ou domingo) será um destes finais de semana.

          Veja as fotos do último encontro no www.flavialippi.fotoblog.uol.com.br - cursosjaya@uol.com.br

Nossa programação será deliciosa. O dia começa ‘as 9:00 e termina ‘as 18:00. 

  • Nossos tratamentos terapêuticos:
  • No Corpo: Você pode optar pela Drenagem linfática, massagem modeladora, massagem redutora, massagem relaxante ou massagem indiana]
  • Na Alma: Como é o processo terapêutico?  Como “constelante”, você tem a oportunidade de colocar seu próprio sistema familiar e empresarial para descobrir onde se encontram os nós das relações, então, começar a desenredá-los. Também é possível fazer parte do trabalho como apoiador. O apoiador compõe o grupo de constelação sem ser, no entanto, o objeto de análise, com resultados terapêuticos igualmente positivos. Funciona como uma espécie de peça de teatro, onde os participantes se tornam atores da vida e te ajudam a contar a própria história. Eu fiz e recomendo. Saí no dia, com o problema que trouxe, resolvido na minha cabeça quando interpretado pelos constelantes e apoiadores. 
  • Cada convidado fica em média 45 min. com a terapeuta corporal e o tempo necessário com a psicoterapeuta. 
  • Na alimentação : A culinária é vegetariana e funcional. São Produtos orgânicos e selecionados. Frutas, verduras, legumes, alimentos vegetarianos produzidos em casa, como, pães, queijos, pastas. Frutas secas como Damasco e ameixa. Sementes, como, castanhas, nozes , linhaça e gergelim. Cardápio variado de sopas, sucos e chás indianos para desintoxicação. Toda a alimentação é por conta do Spa. 
  • Produtos terapêuticos: No corpo: Produtos naturais fabricados no dia, cremes e óleos indianos, óleos essenciais importados. 

 



 Escrito por Flávia Lippi às 17h30
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Tédio e vida

Não sou nenhuma especialista para falar de TÉDIO, mas tentarei abordar rapidamente o tema do “TÉDIO”, ou melhor, daquele que “sente o tédio” e daquele “que produz tédio”. Sentir tédio, na especialidade psiquiátrica é chamado de “SPLEEN”. Desde a etapa de bebê até à velhice pode-se vivenciar e sentir o tédio. E é considerado normal. Na adolescência ele é marcante e na velhice um perigo. Agora, “estar” ou “ser” ENTEDIANTE É PATOLÓGICO. Tentarei não sê-lo, neste texto. Mas, o que seria “spleen”?

Muitos seres têm dificuldade em passar pelas “transformações” necessárias da Adolescência e de alcançarem a idade adulta mantendo a maturidade emocional. Esses indivíduos vivem de relações superficiais com dificuldade de estabelecerem uma intimidade verdadeira e assim revelam um sentimento de vazio e de falta de sentido da vida. Muitos deles são confundidos como depressivos e vivem à custa de medicamentos buscando encontrar neles e em seus receitadores uma resposta para sua solidão. Muitos vão para cirurgia. Como filha de psiquiatra e pesquisador já ouvi muito sobre o exato valor das drogas psicotrópicas que, quando bem indicadas, operam maravilhas. Valentim Gentil Filho, Diretor do Instituto de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da USP fala da importância da psicofarmacoterapia e de outros aspectos de nossa área nas páginas amarelas da Revista Veja (Veja, 2007).[1] Ele sabe que embora muitos colegas sejam seguros estudiosos de farmacologia alguns deles não têm a habilidade do psiquiatra humanista. Jamais deixar o paciente sofrer com os recursos disponíveis, inclusive usando a medicação quando necessária. Esta é a missão de um bom psiquiatra.

Mas voltando ao tédio.Como surgem estes sentimentos de tédio? Existe um “tédio” normal que é vivido e sentido. E existe um ser entediante que não ultrapassou as etapas esperadas para o seu desenvolvimento. O tédio faz parte das emoções humanas desde o início da vida. Sêneca, por exemplo, escreveu o livro sobre o “Tedium Vitae” de uma forma que lembra o que chamamos hoje de tédio contemporâneo. Muitos autores são categóricos em relacionar o tédio ao homem moderno. Svendsen[2] faz uma distinção entre o "tédio situacional", experiência emocional que acompanha o homem ao longo da história e o "tédio existencial", fenômeno relacionado ‘as condições engendradas pela modernidade. Na verdade, acreditam alguns, o tédio tem sido um relato cada vez mais freqüente. Ele aparecia antes do advento da modernidade e do romantismo ligado aos religiosos, afastados dos afazeres mundanos, e aos nobres, em seu ócio nada criativo. Hoje de alguns ricos. Símbolo até então de status, locado nos espaços sociais privilegiados, o tédio, na cultura contemporânea, se espraia por diversos setores, por diferentes estratos sociais.    

Martin Dohelmann define quatro tipos: tédio situacional (uma dada situação nos deixa entediados, uma espera prolongada, como por exemplo), tédio da saciedade (quando temos em demasia a mesma coisa e ocorre a banalização), tédio existencial (quando existe uma falta de sentido na vida) e o tédio criativo (somos levados a criar para escapar do tédio).

 É evidente que em todas as camadas sociais encontraremos quem sente e quem produz tédio. É penoso ouvir pessoas falando sempre do mesmo tema, repetitivos, tentando convencer com argumentos vazios .Muitos ouvem por necessidade, outros por pena. Bebês cuidados por enfermeiras uniformizadas, com pós-graduação, e muitas sem afetividade, são fortes candidatos ao tédio e à delinqüência, bem como as crianças totalmente abandonadas.

Por tanto, por pertencer a este mundo e estar nele, tento dar um sentido à minha vida, preenchendo vazios de forma a me engrandecer sem tédio.  

 "A dor é localizada enquanto que o tédio evoca um mal sem nenhuma localização, sem nenhuma base, sem nada exceto esse nada, inidentificável que os corrói".


[1] GENTIL FILHO, V. (2007). A normalidade existe.Páginas Amarelas.Revista Veja,Ed. Abril, Edição 2006 – 40 – nº 17 – 2 de maio.

[2] SVENDENSEN,L. (2006). Filosofia Do tédio. Rio de Janeiro: Zahar Editores.



 Escrito por Flávia Lippi às 10h42
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Meu bem meu Mal

 

Há explicações para o bem e o mal? Antes de tudo eu acho que a maldade não pode ser definida, ela pode ser experienciada, seja na nossa vida pessoal ou social. Normalmente a gente vê a maldade nos outros e não em nós. Não queremos assumir as nossas sombras,  preferimos ver a nossa luz. E, no entanto, nós todos somos marcados pelo mal. Faz parte da natureza humana essa ambigüidade, tem coisas que definimos como boas e coisas que definimos como más, e essas coisas estão sempre presentes no ser humano, só que a gente prefere ver o que é bom, o que tá na luz e jogar pra debaixo do tapete, pra sombra, aquilo que é ruim. Mas, esse ruim acaba aparecendo nas entrelinhas, apodrece debaixo do tapete, fermenta nos lugares onde a gente não olha e sai nos atropelando. A questão da droga no país é um dos graves problemas do mal social. Os traficantes estão em todas as páginas de jornal, revistas e manchetes de tv, mas o mais estranho disso é que o consumidor passa desapercebido. Pesquiso todos os dias inúmeras mídias para fazer meu trabalho e não li nada sobre quem movimenta  o esquema milionário das drogas no Brasil. A sociedade precisa manter as aparências da honradez e da bondade, porque precisamos parecer bons e os outros maus. Há sempre este jogo de espelho. A sociedade que consome esta droga sente necessidade de ver a maldade no outro, ela não tem coragem de ver em si mesma a maldade que está no consumo. Elas ficam na sala, no sofá de casa tomando uma cervejinha, fazendo um lanche e ali vendo aquela matança toda esperando a notícia. Mas se esquecem que na hora de “enrolar um baseado” são elas mesmas as responsáveis pela venda e tráfico da droga no nosso país. Existem sempre milhões de desculpas para aceitar um “baseado”. Desde o absurdo da abertura da mente até o relaxamento indicado por médicos. O egoísmo da sociedade é tão grande que o cara que compra a droga e vive num bairro nobre não se sente culpado. A droga faz um caminho mágico e não chega em suas mãos através do tráfico. Ele se anula como responsável pela morte de milhões de pessoas. A massa pensante deste país, a mídia, os publicitários e artistas precisam tirar a máscara de bons samaritanos e terem coragem de junto com tantos valores invertidos criarem autênticos valores. Se a primeira potência do mundo hoje  é os EUA, a segunda é a opinião pública mundial e tenho grande esperança que isso vá derrubar todas as ditaduras, inclusive a do uso da droga.

Brincando com um amigo meu que faz muito trocadilho, ele falou, o mau em si não é ruim não o mal em mim é que é. A gente tem que encontrar o mal na gente, apontar o mal nos outros é muito fácil.

 

Dica da semana: A droga é a arma que você coloca contra a sua própria cabeça

 

Frase da semana: “Civilizar e solidarizar a terra, transformar a espécie humana em verdadeira humanidade torna-se o objetivo fundamental e global de toda a educação que aspira não apenas ao progresso, mas ‘a sobrevida da humanidade”. Edgar Morin

 

 

 

 

 



 Escrito por Flávia Lippi às 10h51
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Minha Horta

Orgânicos: onde é melhor comprar?

Na maioria dos supermercados de São Paulo, do Rio de Janeiro e de outras capitais, existem gôndolas exclusivas de alimentos orgânicos. No entanto, com a procura cada vez maior por mais qualidade de vida e por uma alimentação saudável, outros espaços comerciais estão surgindo com melhores preços e qualidade. Esta matéria tem o intuito de informar, tanto aos adeptos dos orgânicos como aos que pretendem iniciar uma alimentação mais saudável, novas alternativas de compras.Os produtores de alimentos sem agrotóxicos começaram a diversificar sua comercialização através de vendas diretas ao consumidor – com cestas em domicilio e feiras orgânicas – e vendas no varejo, em lojas e restaurantes especializados.

Confira, abaixo, a lista que preparei com os lugares que conheço e confio:

LOJAS E CASAS DE PRODUTOS NATURAIS EM SÃO PAULO

Banana Verde Comércio de Alimentos Ltda – Tel. 11 3814 9771
Emporium São Paulo Tel. 11 3842 0566
Empório Siriuba Tel . 11 3081 4303
Korin Tel: 11 5579 9363
Mundo Verde Tel: 11 3813 6858
Ponto Verde Tel. 11 5182-5161 ou 5181 4944.

ENTREGA EM DOMICÍLIO

Caminhos da Roça - Orgânicos e Comércio Justo Tel. 11 3733 6727. Área de entrega: zona Sul, zona Oeste e Centro.
Empório em Casa Tel. 11 3507 0655. Área de entrega: zonas Oeste e Sul e Granja Viana.
Sítio Jatobá (Jatobá Produtos Ecológicos) Tel. 11 9258 4761
Sítio A Boa Terra Tel. (19) 3647 1321

FEIRAS ORGÂNICAS

Feira Orgânica Parque da Água Branca - Dias: terças e sábados
Horário: 7h às 12h
Endereço: Av. Francisco Matarazzo, 455 – Perdizes
Feira Orgânica Ibirapuera - Dias: domingos
Endereço: Rua Tutóia (estacionamento da Igreja do Santíssimo Sacramento)
Feira Orgânica Parque Previdência - Dias: sábados
Endereço: Rua Pedro Pecinini, 88 - KM 12 da Estrada Raposo Tavares.
Feira Orgânica Santana do Parnaíba (Antiga feira de Alphaville).Dias: terças
Endereço: Centro de Apoio II (ao lado do ponto de taxi)
Varejão do CEAGESP - Av. Dr. Gastão Vidigal, 1.946, tel. 19 423 1785

Consultoria -  Marcelo Noronha é engenheiro agrônomo, adepto de uma alimentação saudável e orgânica e dono da
Minha Horta, que planeja, monta e organiza canteiros de ervas orgânicas em casas, apartamentos e restaurantes

 

www.minhahorta.com.br – tel.:  9900-0567



 Escrito por Flávia Lippi às 07h47
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