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Ser
Fui tomando consciência, ao longo da vida, que não há conceitos que substituam sensações, nem sentimentos que possam submeter-se a palavras retiradas do filtro frio e seco da capacidade aglutinadora do pensar. O homem continua a ser racional e é isso que lhe permite progredir, construir uma linguagem, comunicar. Tem sido essa exclusiva capacidade que o tem empurrado para o progresso científico e tecnológico e, para o mais profundo dos erros cometidos no que diz respeito às relações humanas. Se pararmos para sentir o que somos, teremos, com certeza, sensações mais nítidas do que os conceitos que as segregam. SER não se resume a um aglomerado de especulações filosóficas. SER é sinónimo de sentir, se assim não fosse estaríamos a manipular, por via da razão, aquilo que alimenta toda a alma. 
Escrito por Flávia Lippi às 07h13
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Houve ainda alguém que, considerou importante dizer a si próprio, que o vento pode pintar-se.
Escrito por Flávia Lippi às 08h38
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Alegria
Depois vieram os olhos de quem considerou que, a vida ultrapassa as imagens e o amor permite a abundância do sol e do vento.
Escrito por Flávia Lippi às 20h39
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O que é o que é?
O que é coaching É trabalhar o futuro e o desenvolvimento de competências e habilidades. O objetivo final de um coach é aumentar o nível de resultados positivos nas diversas áreas da vida de uma pessoa. O que não é coaching Não é terapia, treinamento, aconselhamento, consultoria, milagre. De acordo com os meus mestres “Villela da Mata” e “Flora Victoria,” da Sociedade Brasileira de Coaching: O que é Coaching? É uma parceria entre o Coach (profissional) e o cliente que busca a evolução, crescimento, aperfeiçoamento, felicidade, bem estar e o aprimoramento da qualidade de vida. O processo de Coaching leva o cliente a buscar novos entendimentos, alternativas e opções que façam com que ele amplie suas realizações e conquistas. Coaching é comparável a uma nova profissão. Combina prática e procedimentos distintos, visando dar apoio aos outros, para que criem uma vida ideal. Os Coaches (profissionais de Coaching) trabalham com os clientes numa variedade de tópicos: negócios, saúde, financeiro, físico, emocional, profissional ,organizacional e outros. O Coaching envolve diálogo entre o Coach e o cliente, tendo em mente ajudá-lo a satisfazer-se com sua vida. Isso é atingido com procedimentos específicos de total acompanhamento, até que o cliente atinja uma determinada meta ou objetivo. Um Coach tem muito a oferecer ao cliente, durante o processo de Coaching, como: - Descobrir o que é mais importante para o cliente.
- Obter clareza de valores.
- Identificar pontos fortes e fracos e como lidar com eles.
- Criar um plano para atingir o objetivo que o cliente realmente quer atingir.
- Estabelecer novas idéias que o ajudem a despertar e a se desenvolver.
- Apoiar nas tomadas de decisões que contribuam para as mudanças.
- Desafiá-lo a expandir suas visões além de suas limitações.
- Estabelecer direções.
- Atuar no encorajamento.
- Disponibilizar uma fonte de informações.
O que NÃO é Coaching? Coaching não é terapia, aconselhamento ou psicologia. O Coaching é uma abordagem pragmática focada na realização de um ou mais objetivos específicos. Uma das diferenças mais óbvias entre os dois métodos é que a terapia tende a se focar nas experiências e nos sentimentos relacionados a eventos passados, ao passo que o Coaching é orientado em direção ao ajuste do objetivo e encoraja o cliente a seguir em frente e a obter novas conquistas e realização em prol de sua felicidade e qualidade de vida. O Coaching geralmente é comparado a aconselhamento. Consultores tendem a fornecer conselhos, falando o que deve ou não ser feito, ao passo que o Coach ajuda o cliente a descobrir suas próprias soluções.
Escrito por Flávia Lippi às 13h37
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Ana Sabático, novos caminhos no mesmo trilho
Durante um ano, cumpri um projeto de vida que tenha certeza, foi maravilhoso. Fiz o meu período Sabático suspendendo minhas atividades normais para dedicar-me a uma atividade que permitiu-me refletir e avaliar minha vida profissional e pessoal. Sem dúvida esta parada no trabalho foi uma grande oportunidade para ganhar experiência na área que vem buscando há mais de 15 anos,que é a alta performance da mente voltada para a vida em equilíbrio e a excelência profissional, e assim voltar ao mercado de trabalho mais valorizada e renovada. Sair da televisão, deixar o Programa Repórter Eco que criei com tanto amor com Zuzu e Vera, foi uma decisão muito difícil. Agora em novembro volto ao mercado, totalmente dedicada a minha empresa de Desenvolviemnto Humano, que existe há 10 anos e pronta para viver mais feliz. Espero que gostem de meu novo trabalho. Estou animada. 
Escrito por Flávia Lippi às 15h08
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Apenas uma gota d’água
Todos nós já atravessamos desertos. Nesta travessia nos sentimos perdidos, sem norte, obstruídos pelas poeiras e ventanias do caminho. Os desertos internos de nossa alma , é a geografia de nosso coração naquele momento, meio peregrino,solitário e inseguro. Mas o deserto não é apenas um lugar de angústia e de sofrimento. É também um lugar de grandes descobertas. Um momento especial da alma e do coração que necessita de apenas uma gota d’água para viver. Saint Exupeary escreveu com amor: “Todo deserto esconde um poço,em algum lugar”. Toda dor tem a sua dimensão pedagógica.Quando conversamos claramente e humildemente com nossas atitudes limitantes, percebemos que o sofrimento é uma oportunidade de mudança de hábitos e atitudes e valorizar nossas virtudes e reconhecer nossas debilidades diante da vida. Ao encontrarmos nossas almas eternamente sinceras, limpamos a interioridade do orgulho fatal, do egoísmo doentio, da amargura inútil, e de sentimentos mesquinhos e opressores. Nesta jornada são reveladas preciosidades dos bons relacionamentos.Quem perde amigos e amores verdadeiros, fica mais pobre dentro de si. O caminho do deserto com uma gota d’água nos leva para os verdadeiros tesouros da vida, as pessoas que amamos.
Escrito por Flávia Lippi às 18h03
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Consumismo e contra cultura
O consumismo pode ser considerado um símbolo da contra cultura? O que faz o mundo girar em busca de uma tal globalização? A vida na terra precisa mudar de rumo. A forma atual da civilização, do consumo da exploração de recursos pode inviabilizar a própria sobrevivência do homem. É o que aponta o relatório do PNUD – Programa das Nações Unidas para o desenvolvimento. A ampla pesquisa sobre a saúde do nosso planeta foi realizada nos 175 países que integram a ONU. O perfil é preocupante a começar pela população. O homem demorou 3 milhões e meio de anos para povoar a terra com 1 bilhão de habitantes, o que aconteceu em 1830. Mas foi preciso apenas um século para dobrar esse número, em 1927. Na última década chegamos a situação assustadora de aumentar em 1 bilhão o número de pessoas. Hoje somos 6 bilhões. No mundo, nasce uma criança a cada segundo. O futuro preocupa. Um dos graves problemas da terra, será o problema ambiental. No terceiro milênio viveremos a crise do abastecimento de água. Apenas 3 milésimos de toda a água da terra, ou seja menos de 1 por cento é adequada ao consumo humano. O mundo já utiliza 50 por cento da água disponível. Um limite perigoso, principalmente para uma civilização que concentra os recursos, e ainda polui o pouco existente de água potável. Segundo a Unesco, nos próximos 50 anos, todas as pessoas do planeta serão afetadas de alguma maneira pela crise no abastecimento. O relatório PNUD aponta também falhas na distribuição e no consumo de alimentos. O desequilíbrio na distribuição da riqueza é uma das provas da contra cultura. O padrão de consumo no mundo mostra uma clara diferença entre desenvolvimento e crescimento econômico. O consumo desenfreado provoca graves danos ao ambiente. O lixo cresce, aumentam as doenças que atingem as nações mais pobres. Os desequilíbrios detonam conflitos armados que só nos últimos 10 anos causaram a morte de dois milhões de crianças. Além de apontar os principais problemas do planeta, o relatório da ONU apresenta uma proposta de desenvolvimento que leva em conta os direitos humanos. Foi estabelecido um plano básico de ações para melhorar a qualidade de vida na terra. A agenda 21. O ponto de partida para um mundo melhor está a cargo de cada cidadão, seja ele rico ou pobre.
Escrito por Flávia Lippi às 15h45
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